Havan

As Lojas Havan de Curitiba foram obrigadas pela Prefeitura a fechar na tarde desta quinta-feira (2). A gigante varejistas seguia aberta desmo com o decreto estadual que proíbe o funcionamento do comércio não essencial pelos próximos 15 dias que vem sendo acompanhado pelas prefeituras de sete regionais do estado, determinado pelo governador Ratinho Junior.

Em Curitiba, a secretária municipal de Saúde, Márcia Huçulak, confirmou o fechamento de duas grandes redes de lojas na tarde desta quinta-feira. Segundo a assessoria da prefeitura, os estabelecimentos foram as Lojas Havan e as Lojas Americanas, que foram obrigadas a parar imediatamente com as atividades de comércio na capital.

O decreto, que proíbe o comércio não essencial nas regionais mais atingidas começou a valer esta semana no Paraná. A loja Havan, para não fechar as portas, passou a vender alimentos básicos para ser classificada como dentro do setor de comércio essencial. As lojas vendiam arroz, feijão e outros mantimentos.

A estratégia gerou polêmica e viralizou nas rede sociais por causa do valor cobrado. Segundo denúncias no PROCON, um pacote de 5 kg de arroz custa cerca de R$ 22 na loja, muito acima do preço dos supermercados.

Com informações da Tribuna

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