Mutirão de empregos com mais de 7 mil vagas nesta quinta-feira no Pinheirinho. Foto: Ricardo Marajó/SECOM

Curitiba encerrou o primeiro trimestre de 2026 com taxa de desocupação de 3,9% e passou a ter um dos menores índices de desemprego entre as capitais brasileiras, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (14) pelo IBGE.

O levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a Pnad Contínua Trimestral, mostra que a capital paranaense aparece na quarta posição nacional entre as cidades com menor percentual de desocupados. Curitiba ficou atrás apenas de Vitória, com 2,8%, e de Porto Velho e Palmas, ambas com 3,8%.

Os números também mostram uma redução contínua do desemprego nos últimos anos. No primeiro trimestre de 2020, Curitiba tinha taxa de desocupação de 9,5%. O índice caiu para 5,9% em 2024, chegou a 5% em 2025 e agora atingiu 3,9%.

Além da queda no desemprego, Curitiba também registrou forte geração de vagas formais. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o Caged, apontam que a capital fechou os três primeiros meses do ano com saldo positivo de 17.686 empregos com carteira assinada.

O resultado colocou Curitiba na segunda posição nacional entre as capitais que mais geraram empregos no período, atrás apenas de São Paulo.

Segundo a Prefeitura, os números refletem ações de descentralização dos serviços de empregabilidade e programas voltados à qualificação profissional. Entre as iniciativas estão a Blitz do Emprego, o Sine Móvel, mutirões de contratação em bairros e terminais de ônibus e cursos gratuitos do programa Curitiba Qualifica.

O prefeito Eduardo Pimentel afirmou que o ambiente econômico e a atração de investimentos contribuíram para o resultado.

Já o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Sérgio Bento, destacou que a estratégia da cidade busca aproximar as oportunidades de emprego da população nos bairros e regiões de maior circulação.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

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