Segundo o PM, denúncias foram feitas por suspeitos que ele mesmo prendeu, e teriam objetivo de manchar a imagem do policial. Foto: Reprodução/Ric RECORD

O policial militar conhecido como “Sancho Loko” afirmou nesta segunda-feira, 20 de abril, que é alvo de perseguição em investigação conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, em Curitiba. Em entrevista à Ric Record, ele negou irregularidades e declarou que não pretende mudar a forma de atuação.

Segundo o Ministério Público do Paraná, o policial é investigado por suspeitas de tortura, ameaças e irregularidades em abordagens realizadas entre outubro de 2025 e março de 2026, principalmente no bairro Boqueirão.

Na entrevista, o PM disse que as denúncias partiram de pessoas presas em operações anteriores e que as acusações seriam uma reação ao trabalho da equipe contra o tráfico de drogas.

Ele também afirmou que a prisão ocorrida em 7 de março foi injusta. O policial foi solto após decisão do Tribunal de Justiça do Paraná, que concedeu habeas corpus na última sexta-feira, 17 de abril.

Sobre materiais apreendidos em armário da unidade policial, como armas e drogas, o agente declarou que os itens não pertencem a ele e que caberá à Corregedoria apurar a origem.

Ainda segundo o policial, ele está liberado para retornar ao trabalho nas ruas e aguarda decisão administrativa interna.

O caso segue em investigação, e as apurações continuam sob responsabilidade dos órgãos competentes.

Fonte: Banda B

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