
O Coritiba, através do diretor técnico Paulo Autuori e do CEO Carlos Amodeo, fez um apelo pelo apoio irrestrito da torcida. O objetivo era unir forças para alcançar o acesso à primeira divisão, grande meta do Coxa nesta temporada. No entanto, a união dos torcedores teve como alvo principal o próprio CEO do clube.
Lançado oficialmente na sexta-feira (19), o Coletivo Coritibano reúne 22 grupos de torcedores, desde torcidas organizadas até grupos de redes sociais e causas sociais. Com uma diversidade de vozes geralmente discordantes, o coletivo fez um pedido público de reunião com a Treecorp, dona da SAF alviverde, e exigiu a “demissão imediata” de Carlos Amodeo.
O Coletivo Coritibano apresentou uma pauta nas redes sociais, destacando a demissão de Amodeo como o ponto principal. Além disso, o grupo solicita um time forte na sequência da Série B, a manutenção e limpeza do Couto Pereira e a liberdade de manifestação no estádio.
Apesar do trabalho de Carlos Amodeo ser elogiado pelos acionistas da Treecorp por seus resultados financeiros, seu desempenho esportivo foi insatisfatório. Em um ano como CEO, o Coritiba caiu para a Série B, foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil pelo Águia de Marabá e na semifinal do Campeonato Paranaense pelo Maringá.
Declarações desastradas de Amodeo à RPC na semana retrasada pioraram sua situação, levando-o a pedir desculpas publicamente. No entanto, o pedido de desculpas não foi suficiente para acalmar os ânimos, e o Coletivo Coritibano mantém a demissão de Amodeo como prioridade. O apoio ao time permanece firme, desde que joguem com raça, mas para Amodeo, o apoio externo é cada vez menor.
Fonte: Banda B
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