A nova concessão do transporte coletivo de Curitiba entra na reta final. As empresas interessadas entregam as propostas em 17 de novembro, das 10h às 12h, na B3, em São Paulo. O leilão está marcado para 26 de novembro, às 10h, também na B3.
O que prevê o edital
- Prazo: contrato de 15 anos.
- Cinco lotes: dois estruturais (BRT1, com 20 linhas, principalmente na região Sul, e BRT2, com 17 linhas, nas regiões Norte e Oeste) e três regionais (Norte, com 100 linhas, Sul, com 92, e Oeste, com 84).
- Frota: 250 ônibus elétricos entre 2027 e 2031, sendo 90 já no início da operação, além de 151 ônibus a diesel Euro 6.
- Investimento: estimado em R$ 3,9 bilhões.
- Custo: cerca de R$ 1,25 bilhão por ano, com subvenção municipal estimada em R$ 893,6 milhões.
Uma mudança importante é a forma de pagamento das empresas: a remuneração das concessionárias será separada da arrecadação das tarifas e não dependerá diretamente do número de passageiros nem do valor da passagem. O edital não define o valor da tarifa.
“Curitiba, que sempre foi referência em mobilidade urbana, dá um salto para o futuro”, disse o prefeito Eduardo Pimentel quando o edital foi publicado, em agosto.
Fonte: Urbs.




