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Temperatura oscila e friaca já tem data para chegar em Curitiba

Frio em Curitiba

Curitiba registra seus períodos mais frios entre junho e julho, quando as madrugadas ficam mais geladas e as temperaturas mínimas atingem os menores níveis do ano. Dados históricos mostram que julho é o mês com menor média mínima, chegando a 9,4°C, enquanto junho aparece logo atrás, com 10,3°C.

Esse período concentra a maior atuação de massas de ar polar, responsáveis por quedas bruscas nos termômetros e sensação térmica ainda mais baixa nas primeiras horas do dia. Em episódios extremos, a cidade já enfrentou temperaturas negativas, como os -5,4°C registrados em setembro de 1972.

Na outra ponta, o calor aparece com mais força no verão, especialmente em janeiro e fevereiro. Fevereiro lidera com média máxima de 27,4°C, seguido de janeiro com 27,1°C. Apesar disso, o calor na capital paranaense costuma ser menos intenso do que em outras cidades brasileiras.

Mesmo com médias moderadas, há registros de picos de temperatura acima dos 35°C, como ocorreu em fevereiro de 2020, quando os termômetros chegaram a 35,5°C.

Ao longo do ano, o clima de Curitiba apresenta variações bem definidas. O verão concentra os maiores volumes de chuva, com pancadas frequentes e períodos de instabilidade. Já o inverno tende a ser mais seco, embora não exista uma estação seca completamente definida.

Os dados também mostram que o risco de geadas começa a aumentar a partir do fim de abril e segue até o inverno, principalmente durante madrugadas de céu aberto e forte resfriamento.

Para quem busca temperaturas mais equilibradas, o outono aparece como um período de transição, com clima mais estável e menor ocorrência de extremos. Já o inverno atrai quem prefere dias frios e menor volume de chuva, favorecendo atividades ao ar livre.

A percepção de mudanças no clima também tem sido relatada por moradores, especialmente em relação a eventos mais intensos de chuva e calor. Especialistas apontam que parte desses impactos está ligada ao crescimento urbano e à ocupação de áreas mais vulneráveis, o que aumenta os efeitos das variações climáticas no dia a dia da cidade.

Fonte: Banda B

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