Durante um jantar com empresários na segunda-feira (10.mar.2025), o senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, criticou fortemente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), chamando-o de “velho, decrépito e senil”. Marinho afirmou que o governo de Lula não possui um projeto para o país, mas sim um plano focado na perpetuação de poder.
“E vale tudo para isso, inclusive quebrar o país. A visão que o Lula tem do Brasil é uma coisa que eu repugno. A forma como ele encara a nossa economia está na contramão do que eu acho que é razoável”, afirmou o senador durante um encontro promovido pelo grupo Esfera Brasil, de acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo.
Marinho também fez críticas à situação da oposição, destacando que enquanto a direita tem várias alternativas para as eleições de 2026, a esquerda parece ter apenas um candidato, referindo-se novamente a Lula. Ele afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) registrará sua candidatura para disputar a presidência em 2026, apesar de sua inelegibilidade. “Nós temos três planos: Jair, Messias e Bolsonaro. Na hora em que for pedido o registro da candidatura do presidente Bolsonaro, eu não acredito que o tribunal [TSE] vá negar. Não acredito na inelegibilidade. É uma forçação de barra gigantesca”, disse.
O senador também comparou Bolsonaro a um “fenômeno sociológico” e fez uma analogia com Lula, comparando-o a um “cacto do Ceará”, alegando que ao redor de Lula “não nasce nada”. Marinho enfatizou que o povo brasileiro conhece Bolsonaro e destacou a visão de muitos de que o cidadão comum quer prover o sustento de sua família através de seu trabalho, sem depender de “esmola”, visão que, segundo ele, é defendida pela direita.
Além disso, Rogério Marinho criticou os ministros Carlos Lupi (Previdência) e Luiz Marinho (Trabalho), acusando-os de “terraplanismo”. “Eu acho que terraplanista é o ministro da Previdência, que disse que não há déficit previdenciário, e o ministro do Trabalho, que afirma que é necessário colocar todo mundo de aplicativo em um sindicato”, declarou.
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