Desde 2017, Curitiba passou por uma transformação fiscal e administrativa. Ao assumir a Prefeitura, Rafael Greca encontrou o município em crise, com uma dívida de R$ 1,2 bilhão e recursos insuficientes para manter serviços básicos. Com o Plano de Recuperação de Curitiba, medidas como parcelamento de dívidas, leilões reversos e criação de um fundo de pensão exclusivo para servidores equilibraram as contas públicas.
A capital foi pioneira ao instituir uma Lei de Responsabilidade Fiscal Municipal e o Fundo de Recuperação e Estabilização Fiscal (Funrec), garantindo reservas para emergências. Durante a pandemia, esses mecanismos foram cruciais para manter o equilíbrio financeiro sem comprometer serviços.
Como resultado, Curitiba recebeu nota A em Capacidade de Pagamento (Capag) do Tesouro Nacional e bateu recorde de investimentos. O Plano Plurianual 2022-2025 prevê R$ 2,4 bilhões em obras estruturantes, como o Bairro Novo do Caximba e melhorias no transporte público.
Paralelamente, a Prefeitura investiu em desburocratização, permitindo a abertura de empresas em apenas duas horas. Com medidas inovadoras, como a atualização da base de cálculo do IPTU e incentivos ao empreendedorismo, Curitiba consolidou seu papel como modelo de gestão pública no Brasil.
Fonte: Prefeitura de Curitiba




