Foto: Ricardo Marajó

Na tarde de ontem, quinta-feira (25), o abaixo-assinado criado por cerca de 200 empresários da área de bares, restaurantes, cafeterias e casas noturnas, foi protocolado junto à Prefeitura de Curitiba e ao Ministério Público. O documento, com 15 mil assinaturas, também foi levado ao Governo do Paraná. O grupo foi chamado de “fechados pela vida” e pede um lockdown na capital. Hoje, o abaixo-assinado online já passou de 16.000 nomes.

Confira o post feito nas redes sociais que fala sobre a entrega do abaixo-assinado.

“15 mil assinaturas no abaixo-assinado online pedem que a Prefeitura de Curitiba e o Governo do Estado do Paraná adotem medidas mais severas no combate ao Coronavírus.

Pedimos que as esferas de governo se abram ao diálogo não apenas com quem deseja abrir tudo, mas também com nosso movimento que, além de representar 200 pequenos comércios, tem o apoio massivo através desse abaixo-assinado.

O documento entregue pede que medidas mais severas de fechamento ou até mesmo o lockdown seja adotado antes do colapso do sistema de saúde. Ficamos em quarentena, mas para muitos lugares da cidade ela nunca começou.

Com o risco da falta de leitos, precisamos agir rápido. Quanto antes a epidemia seja controlada, antes podemos retornar economicamente. Sem isso, nunca podemos reabrir de verdade.

Medidas de fechamento não podem ser adotadas sem um pacote econômico que permita que esse fechamento não seja para sempre.

O fechamento e abertura de segmentos devem ser adotados com critérios técnicos. Qual é o embasamento para fechar bares e manter shoppings abertos?

60% dos empréstimos para pequenas empresas foram negados. Não tivemos redução ou subsídio de impostos, contas de água, luz, nem apoio para a renegociação de alugueis. Abertos parcialmente ou fechados, precisamos de ajuda para que não haja falência em massa.

Controle eficaz do risco de contaminação no transporte público.

Fiscalização ágil de aglomerações. Tentamos denunciar aglomerações em ambientes públicos, através da central 156 a demora é de 30 dias. Na Polícia Militar e na Guarda Municipal, há apenas orientação, o que não tem sido eficaz.

Pedimos também abertura ao diálogo com setores de criatividade, como Vale do Pinhão, para encontrarmos soluções criativas para salvar empresas. Casas noturnas estão fechadas há muitos meses e não há uma solução pensada para esse segmento.

Queremos ajudar no combate à pandemia, queremos salvar vidas e acreditamos que é possível conciliar saúde e economia, salvando empresas e empregos.

#fechadospelavida

Uma corrente para que Prefeituras e o Estado do Paraná atuem firmemente no combate à pandemia e, além de informações objetivas, dêem suporte a bares, restaurantes, comércios e afins para que sobrevivam cuidando da pandemia e preservando vidas.”

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