Foto: Agência Brasil

A Secretaria de Estado da Saúde confirmou mais dois óbitos por coronavírus no Paraná. Um homem de 80 anos de Cianorte e um homem de 65 anos de Quatiguá, ambos vieram a óbito neste sábado (4). Os dados do boletim também registram um aumento de 94 casos confirmados e o Paraná soma agora 401 registros.

Os novos casos são pacientes que residem em Curitiba (38), Cascavel (14), Campo Largo (3), Lapa (1), Matinhos (1), Fazenda Rio Grande (1), Palmas (1), Pato Branco (1), Chopinzinho (1), Londrina (8), Palmeira (1), Castro (1), Ponta Grossa (1), São José dos Pinhais (1), Paranaguá (2), Foz do Iguaçu (2), Sarandi (1), Maringá (4), Colombo (3), Assis Chateaubriand (1), Campina Grande do Sul (1), Araruna (1), Campo Mourão (2), Pinhão (1), Guaraniaçu (2) e Ibema (1).

O Paraná tem atualmente 401 casos confirmados – destes, sete óbitos e seis pacientes que não residem no Estado –, 4.606 descartados e 195 em investigação. 77 pacientes estão internados, 47 em UTI e 30 em leitos clínicos. Um paciente de Quatro Barras foi transferido para o município de Curitiba visto que reside na capital paranaense.

O Ministério da Saúde destacou em Boletim Epidemiológico (nº6) que “avalia o risco nacional como muito alto”. A avaliação considera que a pandemia de Covid-19 é dividida em quatro fases epidêmicas: transmissão localizada, aceleração descontrolada, desaceleração e controle, e que no momento o país se encontra na fase de transmissão localizada na maior parte do país.

Por isso, o risco é alto, ressalta a publicação do MS, que orienta as Unidades da Federação a implementarem medidas de distanciamento social ampliadas.

O informativo do MS salienta que

“apoiar e proteger pessoas com mais de 60 anos é assunto de responsabilidade de todos, embora todas as faixas etárias corram o risco de contrair Covid-19, esse grupo enfrenta um risco significativo de desenvolver doenças graves”.

Também são condições clínicas de risco para o desenvolvimento de complicações: cardiopatas graves e portadores de insuficiência cardíaca, infartados, revascularizados, portadores de arritmias e hipertensão arterial sistêmica descompensada; pneumopatas, imunodeprimidos, doentes renais crônicos em estágio avançado, diabéticos e gestantes de alto risco.

Fonte: SESA

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